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Pra quem não conseguia imaginar novas formas de interação para websites, o site Dont Click conseguiu reutilizar um recurso tão simples, como o velho conhecido “mouse hover” e criou uma nova experiência de navegação.

O site é todo navegável sem cliques, para acessar um link basta colocar o mouse em cima dele e para confirmar alguma coisa, passar o mouse por cima da opção “ok” que aparece ao lado das palavras. Para navegar pelos inputs dos formulários também basta passar o mouse por cima e ele fica em foco ou pode-se usar a tecla tab.

Eu estava fuçando o blog Design de Interação da Puc Minas e quando achei esse link, pensei que não daria nada por ele, mas ao navegar no site fiquei surpresa. É ótimo, é realmente uma nova experiência, navegar sem cliques dá uma sensação de leveza. :P

Acesse o site e experimente.

video1.jpg
http://adn.blam.be/papervision/

É um site com vídeos… e daí o YouTube também é?!
Mas não vídeos que você pode assistir em 360º :D

Yeah!! São 5 vídeos que você pode assistir e usar o mouse para interagir com ele.
Ingredientes: Flash + Papervision + 3dmax

Dica do Puga

Uma das características da Web 2.0 é a participação dos usuários no conteúdo dos sites. Quando se trata de e-commerce isso pode ser usado a favor dos negócios. Um ótimo exemplo é o Camiseteria (site de venda de camisetas). Ao se cadastrar para comprar, o usuário tbm “ganha” um profile, onde pode fazer posts no seu blog pessoal, possui uma galeria de fotos e outra galeria de estampas (ótima vitrine para mostrar seus trabalhos).

Dessa forma o indivíduo além de cliente transforma-se em usuário, passa a fazer parte de uma comunidade onde interage com outros usuários, dedicando mais tempo ao site e tem mais proximidade dos produtos. Além do mais, não há melhor “bom testemunho” do que quando novos-possíveis-clientes acessam o seu site e se deparam com uma rede de pessoas que usam seus produtos e estão lá para falar o que acham dele, e se o produto for bom, certamente vão estar falando bem, isso passa confiança ao site, credibilidade ao produto e talvez desperte o desejo no seu novo-possível-cliente de participar daquela comunidade.

Se eu não me engano, esse tipo de relação dos sites com os usuários começou com o Amazon.com, onde seus clientes tinham a possibilidade de postar comentários sobre os produtos, e ainda tinham um “medidor de confiabilidade”, que dava maior relevancia à quem estava escrevendo aquele comentário, e ao produto também.

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