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Novo conceito em design portátil. Um notebook que mais parece um tubo de carregar papel A3, ele fica enroladinho quando tá fechado e pode ser utilizado como notebook, tablet e monitor para assistir filmes. Achei a idéia maravilhosa, tomara que um dia saia do conceito e caia no mercado. :) Ele me lembrou muito aquele celular Nokia 888 que se parece uma pulseira.

Se você sempre quis saber como fazer aqueles efeitos web 2.0 styles e nunca acertou a mão no Photoshop, você pode utilizar resources de design para Photoshop, tem muitos disponíveis gratuitamente para download pela internet, basta saber procurar. Como sou boazinha, fiz uma pesquisa no DeviantArt e vou postar os links dos melhores Styles e Gradients que encontrei.

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Pra quem não conseguia imaginar novas formas de interação para websites, o site Dont Click conseguiu reutilizar um recurso tão simples, como o velho conhecido “mouse hover” e criou uma nova experiência de navegação.

O site é todo navegável sem cliques, para acessar um link basta colocar o mouse em cima dele e para confirmar alguma coisa, passar o mouse por cima da opção “ok” que aparece ao lado das palavras. Para navegar pelos inputs dos formulários também basta passar o mouse por cima e ele fica em foco ou pode-se usar a tecla tab.

Eu estava fuçando o blog Design de Interação da Puc Minas e quando achei esse link, pensei que não daria nada por ele, mas ao navegar no site fiquei surpresa. É ótimo, é realmente uma nova experiência, navegar sem cliques dá uma sensação de leveza. :P

Acesse o site e experimente.

Pensar com Tipos – Livro

julho 26th, 2009

Pensar com tipos é uma excelente porta de entrada para o mundo da tipografia, além de um ótimo companheiro para os cursos da área. Ao longo do livro, as informações teóricas aparecem sempre acompanhadas de exemplos práticos, e os exemplos práticos aparecem sempre contextualizados na história e na teoria do design. Os ensaios trazem panoramas históricos e teóricos abrangentes, que vão das origens da tradição aos impasses dos novos meios de comunicação.

Leia parte do livro de graça, pelo Google Books:

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Ergonomia e Usabilidade – Conhecimentos, Métodos e Aplicações por WALTER CYBIS, RICHARD FAUST traz os principais conceitos que permitem a aplicação da usabilidade e da ergonomia no desenvolvimento de Interfaces Humano-Computador, conscientizando o leitor sobre a necessidade de considerar capacidades e limitações dos usuários do sistema informatizado. Além disso, apresenta maneiras de adequar perfeitamente este sistema às estratégias dos usuários, proporcionando-lhes a realização de tarefas de modo mais eficaz, eficiente e agradável. Com métodos e informações de fácil compreensão, é a melhor opção para web designers, programadores, arquitetos, projetistas, analistas, universitários, professores e pesquisadores da área.

Principais tópicos abordados no livro – Critérios e recomendações ergonômicas; Técnicas de concepção, análise e avaliação de Interfaces Humano-Computador; Conhecimentos de engenharia de usabilidade aplicados ao desenvolvimento de interfaces para computadores de mão e para TV digital; Modelos e teorias cognitivas que fundamentam critérios e recomendações ergonômicas.

Leia parte do livro de graça, pelo Google Books:

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As Cores na Mídia a Organização da Cor-informação no Jornalismo de Luciano Guimarães aborda as intenções no uso da cor como informação e cria um instrumento teórico para a análise e a elaboração de produtos jornalísticos que utilizam imagens em cores, como jornais, revistas e telejornais.

Leia parte do livro de graça, pelo Google Books:

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O livro Design de Interação (SHARP, PREECE e ROGER, 2005) apresenta uma exposição atualizada do design das tecnologias interativas do momento e de nova geração, como web, dispositivos móveis e computação vestível. Explica como utilizar técnicas de design e avaliação para o desenvolvimento de tecnologias interativas de sucesso.

Leia parte do livro de graça, pelo Google Books:

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Clique na imagem para ampliar e ver com melhor definição.

Todos os dias gastamos muitos papéis com impressos, gastamos também muita tinta e, segundo a SPRANQ agência de comunicação (Utrecht, Holanda), parcialmente sem necessidade. Por isso, a SPRANQ criou uma fonte ecológica: a Ecofont.

Olhando a forma de uma letra, em quanto podemos reduzí-la sem que fique ilegível? Uma pesquisa testou vários formatos e teve o seguinte resultado: tirar círculos pequenos. Assim foi possível criar uma fonte que economiza 20% em tinta. A Ecofont pode ser baixada e usada gratuitamente.

Eu axei a idéia brilhante!!! ;)

Manifesto Anti-Design

julho 30th, 2008

O designer não é artista. Aliás, ele faz questão de deixar isso bem claro. No Brasil, ele briga com o publicitário, com o arquiteto, com o micreiro. O designer gosta de brigar.

Mas ele sequer sabe quem é. Ele adora falar sobre “criatividade”, uma questão complicadíssima das quais os filósofos, os místicos, os cientistas e os psicólogos se debatem por anos. Mas será que o designer procura esses estudos?

Quantos são os designers que discutem em sala de aula Platão, Kant, Hegel, Nietzsche, Freud, Jung, Sartre, Bachelard, Hillman, Peirce…? Sempre existe um maluco em cada cinqüenta “normais”. Mas, onde eles estão? Por que não fazem barulho? Será que estão dormindo?

Enfim…

Mas como pode o designer saber o que faz, se não sabe nem o que é?

Ele não é artista, ele não é “marketêro”, ele não é publicitário, ele não é arquiteto. Ele é essa “coisa” que às vezes lembram de chamar quando alguém precisa de uma “logomarca” (que por sinal, sequer existe).

O designer é preguiçoso: quer a parte prática. E que paradoxo este é! Mal sabe ele que está em um molde filosófico pragmático, que opera somente em função de um mercado, que por sua vez possui um modelo econômico americano. Para os desavisados, isto é o chamado comportamento neoliberal norte-americano, que tantos gostam de criticar, mas não se dão conta que o simples fato de não saber que vive nele já o fortalece. E ao pormos nestas palavras, pode ficar mais claro para alguns que um Design brasileiro torna-se complicado de se realizar.

É engraçado que quando falamos em mitos como os dos deuses egípcios, parece não haver contestação do público geral para dizer que eles são realmente mitos. Mas ao tocarmos em pontos como “Mercado”, “Estado”, “Leis”, ninguém compreende a abstração que estes termos envolvem.

Ora, alguém já viu o mercado andando por aí? E o Design? E o “jeito certo” de se fazer Design? Não é estranho como essas abstrações, essas construções humanas ganham tanta força pela repetição, que acabamos acreditando que elas realmente são reais? Estão repetindo o mesmo erro de alguns positivistas: confundem o que é “modelo” com o que é “real”.

Como é que o designer no Brasil, como universitário, e assim integrante da elite intelectual brasileira, espera ser um formador de opinião se simplesmente aceita o modelo dos outros? Pior: será o designer brasileiro um conformado ou um ignorante?

Se o Design é isso que aprendemos na academia, uma grande simulação baseada em valores de mercado que nunca são exatamente concretos, ou seja, são também simulações, dizemos alto e claro: não acreditamos no Design.

Propomos então aqui uma idéia que acreditamos ser nova e interessante dentro deste cenário.

Entendam: às vezes, é necessário o oposto se apresentar para que algo possa se definir. Temos assim a definição da Arte pela Anti-Arte, a Lei pela Transgressão, a Ordem pelo Caos. Todo modelo requer um Anti-Modelo.

Então, através deste manifesto, declaramos público o que acreditamos: o Anti-Design.

Melhor ainda: acreditamos na tensão entre Design e Anti-Design. Mas tendo em vista que em terras brasileiras sequer existem produções sobre o segundo elemento, buscamos, através deste modesto manifesto, uma definição.

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Esse extintor de incêncio é fruto de um trabalho de transformação estética… acabou virando papel de parede.  :P

Wallpaper – Papel de Parede

fevereiro 28th, 2008

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Tarde de quinta inspiradora…

Eu não sei porque usei o Verde, não é das minhas cores favoritas… mas até que achei que ficou fofo!! :$ :D

Dicas para quem não conhece (e não tem obrigação) de conhecer o mercado de design mas precisam reconhecer a necessidade.

Nenhuma empresa pode prescindir de design, mas a imensa maioria dos pequenos negócios brasileiros não conta com este recurso[..] (Caroline Fulep)
Se ainda não chegou a hora de contratar um designer para trabalhar pela sua empresa, preste atenção à algumas dicas básicas e essenciais do design.
Nenhuma empresa é visível sem um logotipo ou um cartão de visitas. Então, alguém teve que fazer isso. Se quem criou tudo foi você mesmo ou algum grande amigo que sabe usar perfeitamente o computador, verifique se os dez itens abaixo estão de acordo com o que tem sido feito para sua empresa. Senão, é hora de rever o que você está querendo dizer para o seu consumidor…
♥ LER ARTIGO♥

Baseado no cartaz acima, o Luli Radfahrer fez uma interessante explicação sobre Gestalt (bem melhor do que as cansativas aulas na faculdade). Ele analisou cada conceito da teoria, aplicado no cartaz.

Acesse o link e confira, vale a pena!

Antes de fazer uma marca ou até mesmo o layout de um site, é fundamental que você faça um Briefing detalhado sobre o Cliente. Você precisa saber o máximo que puder sobre ele. Porém, você não precisa fazer um questionário enorme e cansativo. Tá certo, dependendo do tamanho e complexidade do projeto talvez tenha, mas em casos em que o chefe ou aquele cliente exigente pede tudo “pra ontem”, você pode fazer um Briefing de até 4 questões, o importante mesmo é que você tem que fazer.. é chato mas é necessário!

A seguir estão 4 Passos para criação de uma Indentidade Visual. Não utilize essas regras apenas para criação de marcas, essas informações são fundamentais para qualquer projeto de criação.

1º passo – Briefing

Exemplo básico (muito básico):
1. Quais os serviços/produtos da empresa?
Empresa de venda de equipamentos eletrônicos pela internet;

2. Qual o porte/tamanho/estrutura física?
Empresa de pequeno porte. Não possui espaço físico, é virtual.

3. Qual o publico-alvo primário, secundário e os consumidores e usuários dos produtos/serviços oferecidos?
- Classe média e alta;
- Interessados em equipamentos eletrônicos em geral;
- Geralmente/maioria dos consumidores são do sexo masculino;
- Idade de 16 a 40 anos;

4. Qual mensagem a empresa deseja passar?
A marca deve deixar claro com o que a empresa trabalha; Deve ser moderna e ter preguinancia;

2º passo – Definir conceitos

Exemplo:
• Fazer um levantamento de dados;
• Analisar concorrentes e similares;
• Baseado no Briefing, definir: Cores, Estilos, Formas e Línguagem a ser utilizada;
• Na definição das cores, faça um estudo dos efeitos que a cor provoca. Faça aplicações da identidade monocromática;

3º passo – Desenvolvimento

• Tenha tempestades de idéias e não jogue nenhuma fora;
• Faça rascunhos a mão;
• Esse é o momento de colocar a imaginação e criatividade para trabalhar. Crie!!

4º passo – Teste a ergonomia

• Faça aplicação sobre diversos fundos, reduções, aplique em objetos fictícios, imprima, converta para monocromático, marca d´água, etc.
• A Identidade deve ser aplicável a qualquer material, seja impresso ou eletrônico!!

É isso ae!! Mão na massa!! :D

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